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Keven ficou tetraplégico após ser baleado e voltou para casa totalmente dependente da esposa. Cris cuida dele dia e noite, enquanto tenta manter a rotina dos dois filhos e sobreviver apenas com um benefício. Agora, a família precisa de ajuda para comprar um terreno e construir uma casa adaptada para o Keven, sair do aluguel e recomeçar com um food truck que garanta a renda da família.
Entenda:
Quando Cris viu o marido, Keven, chegar em casa sem mover as pernas ou as mãos, ela entendeu que dali em diante tudo mudaria. Keven sempre foi um homem ativo: trabalhava, era presente com os filhos e vivia cheio de planos para o futuro da família.
Mas um disparo interrompeu esses planos. Keven ficou tetraplégico na hora.
A partir daí foram dias de UTI, pneumonia, risco de morte, dificuldades respiratórias e uma rotina hospitalar cheia de incertezas. Nos últimos 10 dias de internação, Cris foi chamada para aprender tudo o que manteria o marido vivo: higiene, curativos, alimentação, medicação, prevenção de feridas, sinais de alerta.
Quando ele voltou para casa, voltou totalmente dependente.
Hoje, Keven só movimenta parcialmente os braços. Não mexe as mãos, não levanta, não fica sozinho. Precisa da Cris para absolutamente tudo e, enquanto cuida dele, ela também cuida dos dois filhos, Lara e Kaléo, que sentiram de perto a mudança brutal na rotina.
A família vive atualmente apenas com um benefício e não tem como Cris trabalhar: se ela sai, Keven fica vulnerável.
Eles já enfrentaram problemas com aluguel, como contas de água altíssimas por causa de encanamento compartilhado e até restrições para instalar um ar-condicionado doado para dar conforto ao Keven. Agora, estão em um novo aluguel, mais caro, R$ 1.700, e ainda sem estrutura.
E é justamente por isso que a família tem hoje o objetivo de comprar um terreno e construir uma casa adaptada para o Keven.
Com um terreno próprio, a Cris poderá organizar a casa de acordo com a rotina pesada de cuidados, sem medo de mudanças repentinas, despejo, problemas estruturais ou contas surpresas. Pela primeira vez desde o acidente, eles poderiam viver sem a tensão diária de “como vamos pagar esse mês?”.
Além disso, a família tem um segundo objetivo: Adquirir um trailer de lanches para Cris trabalhar e complementar a pouca renda que recebem, sem deixar o marido sozinho. Um trabalho perto de casa, adaptado à realidade que eles vivem hoje.
Eles tentaram se virar sozinhos. Fizeram até uma feijoada beneficente, mas o valor arrecadado precisou ser usado para pagar aluguel atrasado e fisioterapia inicial do Keven.
Hoje, o fisioterapeuta só consegue atendê-lo uma vez por semana, de forma voluntária.
Hoje, o fisioterapeuta só consegue atendê-lo uma vez por semana, de forma voluntária.Cris se desdobra entre ser mãe, cuidadora, enfermeira improvisada, administradora da casa e o porto emocional de todos. E Keven luta diariamente para se adaptar a uma nova vida, cuidadoso com cada movimento possível, dependente das mãos da esposa até para virar o corpo na cama.
As doações na vaquinha vão ajudar a comprar o terreno e iniciar a construção da casinha, além de contribuir para o trailer que dará à Cris uma forma de sustento.
Ajude essa família a ter um pouco mais de tranquilidade fazendo sua doação!
Mostrando 6 Comentário(s)
Pedro Henrique
Eu ajudei com 150 reais, estamos juntos nessa!.
Ana Clara
Fiquei emocionada em ver como pequenas doações realmente fazem diferença. Saber que minha ajuda chegou a quem precisava me trouxe uma sensação incrível de fazer parte de algo maior!
Cicera Rodrigues
queria poder doar um pouco mais 😓, mas o pouco que dei já ajuda, boa sorte pessoal
Paulo Rocha
Cada doação importa. se eu pudesse estaria junto com vocês
José Siqueira
Vamos apoiar esse movimento pessoal! minha contribuição já foi feita!
Joaquim Martins
Às vezes a gente acha que não vai fazer diferença, mas faz! Saber que minha doação ajudou de alguma forma me encheu de orgulho.
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